Sob o governo do presidente Javier Milei, a Argentina registrou um crescimento significativo da sua classe média, que aumentou em 7,7 milhões de pessoas desde o início do mandato. O dado indica uma mudança econômica importante no país, marcado por políticas liberais focadas na abertura de mercados e controle da inflação.
Especialistas apontam que o crescimento da classe média argentina reflete um aumento do poder de compra e da estabilidade econômica, após anos de crise e inflação elevada que afetaram principalmente os setores sociais intermediários.
Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC), o aumento da classe média também se relaciona com a queda da pobreza e a geração de empregos formais, frutos das reformas econômicas implementadas pelo governo Milei.
O governo do presidente Milei tem promovido medidas para a desburocratização, estímulo a investimentos estrangeiros e reformas fiscais, que vêm gerando um ambiente mais favorável para a economia crescer. A valorização do peso argentino frente ao dólar e a contenção da inflação também contribuíram para o aumento da renda real da população.
No entanto, críticos alertam para desafios estruturais que ainda permanecem, como a desigualdade regional, a dependência de commodities e a necessidade de maior inclusão social para garantir a sustentabilidade desse crescimento.
O fortalecimento da classe média pode impulsionar o consumo interno, o mercado imobiliário e a demanda por serviços, contribuindo para uma economia mais dinâmica e menos vulnerável a choques externos.
O governo argentino projeta que a classe média deve continuar crescendo nos próximos anos, à medida que as reformas avançam e a confiança do mercado se consolida.







