Na madrugada desta sexta-feira (13), Israel lançou uma ofensiva aérea massiva contra o Irã, alvo de cerca de 100 alvos, incluindo instalações nucleares e quartéis da Guarda Revolucionária. Foram empregadas cerca de 200 aeronaves, num ataque coordenado que teve múltiplas frentes: Teerã, Natanz e regiões no noroeste do país .
🧨 Locais atingidos
Teerã: explosões perto de quartéis da Guarda Revolucionária; prédios residenciais bombardeados . A emissora estatal iraniana reporta mortes de civis, incluindo mulheres e crianças.
Natanz (Isfahan): importante centro de enriquecimento nuclear, foi alvo de repetidas explosões — a AIEA confirmou que não houve aumento percebível de radiação, o que reduz risco imediato de contaminação.
🎯 Vítimas de peso
Entre os mortos estão:
Gen. Hossein Salami, comandante da Guarda Revolucionária.
Gen. Mohammad Bagheri, chefe do Estado-Maior das Forças Armadas.
Ao menos três cientistas nucleares, entre eles Fereydoon Abbasi-Davani e Mohammad Mehdi Tehranchi.
No total, estimativas indicam mais de 20 comandantes militares mortos e dezenas de cientistas mortos, além de pelo menos 95 feridos entre civis .
🧭 Por que agora?
Israel justifica o ataque como ação preventiva, diante do avanço do programa nuclear iraniano e do risco de armas atômicas . Fontes militares confirmam que o Irã estaria se aproximando de “um ponto sem retorno” em seu projeto nuclear .
🌍 Reações internacionais
O Iêmen, via pressões Houthi, e o Hamas já alertam para o risco de a “região desestabilizar” .
Arábia Saudita, Omã e lideranças da OTAN pedem desescalada imediata .
Estados Unidos confirmaram que não participaram diretamente, mas Israel informou que recebeu apoio diplomático americano .
China criticou a operação como violação à soberania e se ofereceu para mediar.
Mercados reagiram com alta de até 12% nos preços do petróleo .
🧨 O que vem a seguir?
Analistas alertam para risco de retaliação iraniana com uso de mísseis, drones ou mobilização de aliados regionais como o Hezbollah. A escalada pode ter efeitos globais — diplomáticos, econômicos e de segurança — e o mundo acompanha as negociações nucleares já previstas para este fim de semana em Omã.







