Nos últimos anos, a violência política deixou de ser uma ameaça abstrata para se tornar uma realidade concreta. O caso mais recente, e chocante, é o assassinato do influenciador conservador americano Charlie Kirk, baleado no pescoço durante um debate universitário em Utah, diante de sua família e de centenas de estudantes. Kirk, com apenas 31 anos, se tornou um ícone por mobilizar jovens em defesa de valores cristãos e conservadores, e por isso se tornou alvo da hostilidade da imprensa e de setores da esquerda americana.

O assassinato de Kirk não é um episódio isolado. É parte de uma tendência global de agressões direcionadas a líderes de direita, que se manifesta na Alemanha, onde em apenas duas semanas 16 candidatos da AfD morreram, na Colômbia, com a morte do senador Miguel Uribe Turbay, e em outros episódios que vão desde a facada em Jair Bolsonaro em 2018 até o atentado contra Donald Trump em 2024. Estes fatos revelam uma escalada alarmante: não se trata mais apenas de discurso de ódio, mas da transformação desse ódio em ação letal.

No Brasil, a situação não é diferente. O ex-presidente Jair Bolsonaro foi alvo de atentados durante sua campanha, e ainda hoje líderes conservadores sofrem ameaças de morte e intimidações. O viés ideológico de setores da esquerda, aliado à desumanização sistemática de adversários políticos, cria um ambiente em que a violência é vista como justificável. Figuras públicas e intelectuais de direita são retratadas como “extremistas” ou “ameaças à sociedade”, enquanto seus agressores são protegidos pelo discurso dominante na mídia e em universidades.

O assassinato de Kirk evidencia que o discurso de ódio não é apenas retórico. Ele cria um terreno fértil para atos criminosos, muitas vezes disfarçados de protestos ou debates ideológicos. A esquerda radical, ao desumanizar e demonizar líderes conservadores, alimenta uma cultura em que a morte se torna “uma consequência aceitável” de divergências políticas. No Brasil, exemplos não faltam: ministros do STF chegaram a classificar adversários políticos como “demônios”, e simulações de decapitação de Bolsonaro foram encenadas em universidades. Essa normalização da violência não é coincidência; é consequência de décadas de doutrinação ideológica e propagação do ódio.

A realidade é clara: não existe violência “de ambos os lados” quando se observa o padrão global. Ataques contra líderes conservadores ocorrem com uma frequência assustadora, enquanto a direita raramente responde com violência. O mundo assiste, perplexo, à crescente criminalização do pensamento conservador e à legitimação de atos brutais por motivação ideológica.

É urgente que a sociedade desperte para essa ameaça. O assassinato de Charlie Kirk e os atentados contra conservadores ao redor do mundo não podem ser tratados como tragédias isoladas. Eles são o reflexo de uma ideologia que não aceita a democracia, não respeita o debate e que vê a morte de adversários como instrumento legítimo de poder. Defender a liberdade de expressão, a segurança de líderes conservadores e os valores que eles representam é uma questão de sobrevivência para a civilização democrática.

Enquanto setores radicais continuam a confundir debate com agressão e diferença de opinião com ameaça à humanidade, a direita precisa resistir, educar e mobilizar. Charlie Kirk não morreu em vão; ele representa a luta de milhões de jovens pelo resgate da fé, da família e da liberdade. Mas o alerta é claro: quem silencia os conservadores com violência, alimenta um ciclo de ódio que pode consumir a todos nós.

Confira a linha do Tempo dos atentados contra políticos de direita (2015-2025):

2015 – Colômbia

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•    Vários políticos regionais de direita sofreram ameaças e ataques de grupos armados ligados ao narcotráfico e guerrilhas. O clima de insegurança já era recorrente no cenário colombiano.

2018 – Brasil

    •    Jair Bolsonaro, então candidato à Presidência, é esfaqueado durante comício em Juiz de Fora (MG). Sobrevive após várias cirurgias.

2019 – Alemanha

    •    Walter Lübcke, político conservador, é assassinado com um tiro na cabeça por um extremista de direita.

2022 – Japão

    •    Shinzo Abe, ex-primeiro-ministro do Japão e líder conservador, é assassinado a tiros durante um discurso em Nara.

2024 – Estados Unidos

    •    Donald Trump, ex-presidente e candidato à reeleição, é alvo de atentado em comício na Pensilvânia. Um disparo atinge sua orelha direita.

2025 – Colômbia

    •    Miguel Uribe Turbay, senador e pré-candidato presidencial de direita, é baleado em junho durante evento público em Bogotá.

2025 – Estados Unidos

    •    Charlie Kirk, comentarista e ativista conservador, é baleado em uma universidade em Utah.

2025 – Alemanha

    •    Seis candidatos da AfD (Alternativa para a Alemanha) morrem em um intervalo de 13 dias, pouco antes das eleições locais de setembro.