O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do MST, Tenente-Coronel Zucco, que é um apoiador de Jair Bolsonaro (PL), está criticando a aproximação do seu partido, o Republicanos, com o governo e ameaçando deixar o partido caso ele integre a base aliada. Recentemente, o ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nomeou o deputado Silvio Costa Filho (PE) para liderar um ministério.
Zucco expressou sua discordância com qualquer tipo de envolvimento do seu partido com o governo atual, afirmando que não acredita que seja positivo e que vai manter sua postura contrária a essa aliança. Ele pretende dialogar com o partido para explicar que não seria benéfico para o Republicanos se associar ao governo Lula.
Caso o Republicanos insista em se unir à base governista, Zucco afirmou que preferiria migrar para outro partido, deixando claro que não deseja estar em uma legenda ligada ao governo Lula.
Recentemente, o partido de Zucco contribuiu para esvaziar a CPI do MST, retirando sete parlamentares da oposição do colegiado. Isso resultou em uma maioria governista na CPI. Zucco está tentando reverter essa situação, buscando apoio junto a outros líderes parlamentares. Ele deseja continuar as investigações, incluindo audiências com o líder do MST, João Pedro Stédile, e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.
Zucco também expressou sua crença de que o governo Lula pode ter se omitido ou até mesmo sido conivente com as invasões de propriedades ocorridas recentemente. Ele considera que as ações do governo podem ter permitido o movimento social.
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