A planta da AGCO em Santa Rosa enfrenta um período de instabilidade, com a demissão de aproximadamente 100 a 120 trabalhadores entre esta quinta e sexta-feira. A medida faz parte de um processo de reestruturação iniciado pela empresa em 2023.
Em 2024, a AGCO iniciou suas operações nos primeiros meses do ano, mas implementou um período de lay-off até o final de agosto. A partir de setembro, a unidade entrou em férias coletivas, seguidas por novas pausas na produção nos meses seguintes. Ao longo do ano, cerca de 80 funcionários foram desligados.
Para 2025, a empresa planeja mais férias coletivas em março e junho, reforçando a expectativa de ajustes na capacidade produtiva. Enquanto isso, fornecedores da AGCO buscam alternativas para mitigar os impactos da redução na cadeia produtiva.
Outras empresas do setor apresentam cenários distintos. A John Deere, em Horizontina, mantém uma produção diária de aproximadamente 14 máquinas, enquanto a Stara, também em Santa Rosa, planeja expansão e está em busca de mão de obra qualificada.
As demissões na AGCO afetam não apenas o mercado de trabalho local, mas também a economia da região, que tem forte dependência da indústria de implementos agrícolas. As perspectivas para 2025 indicam desafios contínuos, exigindo planejamento e adaptações por parte das empresas.
Posicionamento da AGCO
A empresa informou que reduziu seu quadro de colaboradores em 51 posições para readequar seus níveis de produção à demanda de mercado. A AGCO reforçou seu compromisso com colaboradores, fornecedores e clientes, destacando a importância das medidas para manter a solidez da operação.
A companhia agradeceu a contribuição de seus funcionários e reafirmou valores como transparência, respeito e sustentabilidade em seu processo de reestruturação.











