Três destróieres norte-americanos — USS Gravely, USS Jason Dunham e USS Sampson — devem chegar à costa da Venezuela nas próximas horas, segundo fontes oficiais em Washington. A mobilização envolve cerca de 4 mil militares, incluindo aviões de patrulha marítima P-8 e um submarino de ataque, dentro da ofensiva de Donald Trump contra cartéis de drogas que o governo dos EUA classifica como organizações terroristas globais.
Em resposta, Nicolás Maduro declarou que o país irá “defender seus mares, céus e terras diante da ameaça de um império em declínio”.
📌 Possível fuga para Nicarágua
Enquanto o cerco aumenta, o jornalista Jaime Bayly e a emissora NTN24 revelaram que Maduro estaria articulando um plano de fuga para Manágua, capital da Nicarágua, onde teria apoio do aliado Daniel Ortega.
Um Airbus A340 da estatal Conviasa (YV1004) teria decolado recentemente de Caracas em direção à Nicarágua, supostamente carregado com dinheiro e barras de ouro.
Embora nem Maduro, nem sua esposa Cilia Flores, nem seus filhos estivessem a bordo, a aeronave seria usada para transferir parte da fortuna do regime.
Segundo Bayly, Maduro teme que Trump autorize uma incursão militar para capturá-lo como líder do “Cartel dos Sóis”.
📌 Recompensa e ativos confiscados
O governo dos EUA aumentou para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levem à captura de Maduro, além de confiscar cerca de US$ 700 milhões em bens, incluindo mansões, aeronaves e artigos de luxo.
📌 Apoio regional à ofensiva
A reportagem cita ainda que Curaçao, Aruba e Trinidad e Tobago estão sendo considerados como possíveis pontos de apoio para operações aéreas ou navais dos EUA contra a Venezuela.
➡️ O quadro expõe o risco de escalada militar no Caribe e abre margem para um cenário de colapso político em Caracas, com Maduro cogitando refúgio imediato em solo nicaraguense.











