Um crime brutal ocorrido na madrugada desta sexta-feira (20) chocou os moradores da comunidade de Linha Aparecida, no interior de Paial, Oeste de Santa Catarina. Sedinei Wawczinak, de 46 anos, foi assassinado com um tiro na cabeça enquanto dormia. A principal suspeita é a própria esposa, a ex-vereadora Adriana Terezinha Bagestan, de 43 anos.
Crime ocorreu na frente do filho menor do casal
Segundo informações da Polícia Militar de Seara, o homicídio aconteceu dentro da residência da família e foi presenciado pelo filho mais novo do casal, uma criança que entrou em estado de choque. O menino precisou ser levado para atendimento médico e psicológico em uma unidade de saúde local.
Adriana teria fugido logo após o crime e, até o fechamento desta reportagem, seguia foragida. A arma utilizada, possivelmente uma pistola, ainda não foi localizada.
Polícia investiga motivação
A Polícia Civil abriu inquérito para apurar as circunstâncias do homicídio e investiga o que teria motivado o crime. Até o momento, não há detalhes sobre eventuais desentendimentos prévios entre o casal.
Familiares de Adriana acionaram a polícia nas primeiras horas da manhã, ao encontrarem Sedinei sem vida em casa. A área foi isolada para os trabalhos de perícia da Polícia Científica de Santa Catarina.
Perfil da suspeita
Adriana Terezinha Bagestan é uma figura conhecida na região. Ela já ocupou o cargo de vereadora em Paial e foi candidata em eleições anteriores. Seu histórico político e o envolvimento no crime aumentaram ainda mais a repercussão do caso nas redes sociais e na imprensa local.
O que diz a polícia
O delegado responsável pela investigação, Tiago de Almeida, informou que buscas estão sendo feitas para localizar Adriana. “Todos os esforços estão concentrados em encontrar a suspeita para que ela possa prestar esclarecimentos sobre o ocorrido”, disse.
Repercussão na cidade
Paial, com pouco mais de 1.500 habitantes, está em choque com a tragédia. “Era um casal conhecido por todos, ninguém esperava algo assim”, comentou um morador ao jornal regional.
A Prefeitura de Paial e a Câmara de Vereadores ainda não se pronunciaram oficialmente.











