João Marinho Neto, o homem mais velho do mundo, com 112 anos, é brasileiro e reside em Apuiarés, no Ceará. Ele completou 112 anos em novembro de 2024 e, de acordo com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), recebe aposentadoria há 46 anos. João foi reconhecido como o homem mais velho do Brasil, da América Latina e, agora, como o mais velho do mundo. Ele nasceu em 5 de outubro de 1912, em Maranguape (CE), e, desde 1978, recebe o benefício de aposentadoria como empregador rural, após iniciar seu benefício aos 66 anos.
João é o último homem sobrevivente nascido em 1912, e atualmente mora em um lar de idosos, em uma cidade onde não há agência do INSS devido ao pequeno número de habitantes. A unidade mais próxima fica em Pentecostes (CE), a cerca de 30 km de distância.
Além disso, o INSS anunciou que, a partir de agora, não haverá mais a suspensão de benefícios para aposentados e pensionistas que não fizerem a prova de vida. A prova de vida, que antes exigia que os beneficiários se apresentassem pessoalmente, agora é realizada automaticamente, com o uso de dados obtidos de outras instituições públicas. Até agora, cerca de 93% dos dados dos beneficiários foram verificados.
Aposentadoria em 2025: Regras e Mudanças
Em 2025, as regras de aposentadoria irão sofrer algumas alterações, de acordo com a reforma da Previdência de 2019. As mudanças principais incluem:
- Idade mínima:
- Mulheres: 59 anos (aumento de seis meses em relação à regra anterior).
- Homens: 64 anos (também aumento de seis meses).
- Tempo mínimo de contribuição:
- Mulheres: 30 anos.
- Homens: 35 anos.
- Pontuação para aposentadoria:
- Mulheres: 92 pontos (soma da idade e tempo de contribuição).
- Homens: 102 pontos.
Essas mudanças se aplicam principalmente a quem já contribuía antes da reforma da Previdência e fazem parte das regras de transição, que estabelecem um meio-termo entre as exigências anteriores e as atuais. O objetivo é proporcionar aos trabalhadores a possibilidade de se aposentarem de acordo com a regra mais vantajosa para sua situação.











