Meteorologistas preveem instabilidade predominante no Rio Grande do Sul ao longo desta semana, com expectativa de pelo menos três dias de chuva, sendo segunda-feira (13) o dia com maiores acumulados. A queda da temperatura é uma constante, com possibilidade de geada em algumas áreas, com mínimas variando entre 2°C e 3°C.
Alertas de perigo foram emitidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para segunda-feira, com um alerta laranja indicando risco de chuvas entre 50 e 100 milímetros por dia, além de ventos de até 100 km/h na serra gaúcha e em outras áreas do estado e de Santa Catarina. Um alerta amarelo também está em vigor, sinalizando a possibilidade de chuvas menos intensas e rajadas de vento de até 60 km/h em outras regiões.
A previsão alarmante se deve à combinação de uma área de baixa pressão com a umidade proveniente do norte do Brasil, segundo Patricia Cassoli, meteorologista da Climatempo. Mesmo com acumulados não tão expressivos como os recentes, qualquer quantidade de água aumenta os riscos de enchentes e deslizamentos.
Na terça-feira (14), espera-se tempo firme na maior parte do estado, com exceção da divisa com Santa Catarina, onde ainda pode ocorrer chuva fraca, devido à chegada de uma massa de ar polar, que também provocará queda nas temperaturas e chance de geada em algumas regiões.
O tempo firme deve persistir até quarta-feira (15), com continuação da queda nas temperaturas, especialmente ao norte do estado, onde há possibilidade de geada e nevoeiro pela manhã.
A partir de quinta-feira (16), o céu nublado e a chance de chuvas retornam, podendo ser mais intensas nas regiões próximas à Serra, Missões e Litoral Norte, resultado do afastamento da massa de ar polar para o oceano e do transporte de umidade da região Norte para o RS, além da presença de cavados, áreas de baixa pressão que favorecem a formação de nuvens de chuva.
Na sexta-feira, a chuva deve se espalhar por todo o estado com mais intensidade, com volumes previstos entre 20 e 40 milímetros em municípios do Centro e da metade Norte, sendo mais fraca no Sul, na Campanha e na Fronteira Oeste.











