A Polícia Civil do Rio Grande do Sul concluiu que a sogra de Priscila Morgana Alves Diniz, empresária assassinada em Novo Hamburgo, foi a mentora do crime. O feminicídio, ocorrido em 11 de outubro, teria sido motivado pela intenção de evitar uma possível divisão de bens em caso de separação da vítima e seu marido.
Investigação e Planejamento do Crime
Segundo as autoridades, o casamento de Priscila estava em crise, o que levou a sogra a elaborar o plano com a ajuda de um sobrinho e um funcionário de uma pizzaria. O ataque aconteceu quando a empresária chegava ao seu restaurante, no bairro Canudos.
Dois homens em uma moto a abordaram. Após tentativas frustradas de disparos, um deles atirou na cabeça de Priscila. Gravemente ferida, ela foi socorrida e internada na UTI, mas não resistiu. Os criminosos fugiram levando a moto da vítima, encontrada abandonada posteriormente no mesmo bairro.
A análise de câmeras de segurança foi crucial para identificar os envolvidos.
Marido da Vítima
O marido de Priscila chegou a ser preso temporariamente durante as investigações, mas foi liberado após colaborar com a polícia. A participação dele no crime foi descartada, e a delegada responsável pediu a revogação da prisão, que foi atendida pela Justiça.
Conclusão e Indiciamento
Com o encerramento do inquérito, a sogra foi indiciada como mentora do feminicídio, junto com os executores. A Polícia Civil reforçou que o crime foi planejado com frieza e motivado por questões patrimoniais, destacando a gravidade do caso e a violência contra a vítima.
O caso agora segue para o Ministério Público, que poderá oferecer denúncia formal contra os envolvidos.











