O Palácio do Planalto publicou dois editais de licitação para a aquisição de móveis e eletrodomésticos, totalizando um investimento estimado em R$ 1,7 milhão. Entre os itens a serem adquiridos estão 38 lustradores elétricos de sapato, 18 frigobares, máquinas de secar roupa, freezers, sanduicheiras, além de mesas e cadeiras de reunião.
Apenas com os 38 polidores elétricos de sapatos, o gasto previsto é de R$ 62,7 mil. Já para cadeiras de escritório, serão desembolsados R$ 518 mil na compra de 264 unidades, incluindo modelos giratórios e estilo “presidente”.
Segundo o edital, o objetivo da compra é “modernizar e otimizar os espaços de trabalho da Presidência da República”, além de promover melhorias ergonômicas e de eficiência nos ambientes administrativos.
A Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência da República afirmou, em nota, que o processo se trata de um registro de preços para eventual aquisição, conforme a necessidade da administração. O orçamento abrange não apenas o Palácio do Planalto, mas também outros órgãos essenciais e escritórios regionais vinculados à Presidência.
Os editais detalham que a aquisição inclui 20 tipos de mobiliário, totalizando 817 peças, avaliadas em R$ 1,4 milhão. Já os eletrodomésticos estão distribuídos em 17 itens, somando 293 unidades, com um custo estimado de R$ 307 mil.
Resumo da contratação:
- Mobiliário: R$ 1,4 milhão, incluindo 817 peças de 20 tipos diferentes.
- Eletrodomésticos: R$ 307 mil, divididos em 293 unidades de 17 itens distintos.
A divulgação do processo licitatório gerou repercussão, especialmente devido à inclusão dos lustradores de sapato, um item considerado supérfluo por alguns setores da sociedade. O governo argumenta que a compra visa a manutenção e a adequação dos espaços administrativos da Presidência.











